O foco dos investimentos será o suporte aos setores públicos e privados, incluindo infraestruturas, investimento corporativo e no setor financeiro, assim como um programa anterior fez pela Europa central. Esse programa, de 2010, destinou 24,5 bilhões de euros à região central da Europa, ao longo de dois anos, e obteve resultados que excederam as metas, disse o comunicado.
O BEI se comprometeu a providenciar 20 bilhões de euros para o novo plano, principalmente em empréstimos de longo prazo para o setor público e privado, endereçados a áreas prioritárias como empresas de pequeno e médio porte, de energia renovável e de eficácia energética, além de empresas de inovação e convergência. "Eu dou fortes boas vindas a esse esforço coordenado das instituições", disse o presidente da BEI, Werner Hoyer, em um comunicado. "O BEI, como banco da União Europeia, dará suporte ao crescimento e ao desenvolvimento com o foco de estimular a competitividade no longo prazo", completou.
Outros 6,5 bilhões de euros virão do BM, que ressaltou o quanto a crise da dívida continua a desafiar o crescimento e a criação de empregos, "principalmente nas regiões Central e Sudeste da Europa". O BM proverá 6,5 bilhões de euros e o BERD oferecerá 4 bilhões de euros.