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Barack Obama afirma que ETs são reais, mas descarta teorias sobre a Área 51

Ex-presidente dos EUA aproveitou entrevista a um podcast para desmistificar teorias conspiratórias

Obama concedeue ntrevista ao podcast de Brian Tyler Cohen
Obama concedeue ntrevista ao podcast de Brian Tyler Cohen Foto : Mark Wilson / AFP / CP

O ex-presidente Barack Obama afirmou que ETs são reais, embora admita desconhecer sua localização exata. Em entrevista ao podcast de Brian Tyler Cohen divulgada neste sábado (14), o 44º Comandante em Chefe dos EUA reforçou a existência do fenômeno, mas aproveitou a oportunidade para desmistificar teorias conspiratórias.

"Eles não estão sendo mantidos na Área 51, não existe uma instalação subterrânea — a menos que haja essa conspiração enorme e tenham escondido isso do presidente dos Estados Unidos", disse Obama.

A Área 51 é um campo de testes para aeronaves experimentais e sistemas de armas, mas tem sido relacionado há décadas como um lugar em que o governo dos EUA mantém em sigilo destroços de aeronaves e corpos de alienígenas.

Legitimidade dos registros de UAPs

Obama confirmou que os registros de Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs, na sigla em inglês) são legítimos. Ele destacou que o governo possui imagens e dados de objetos nos céus cujos padrões de voo e origens permanecem inexplicáveis para as autoridades.

Esta não é a primeira vez que o ex-presidente aborda o tema; em 2021, ele já havia provocado o público ao afirmar que existem detalhes sobre extraterrestres que não poderiam ser revelados em transmissões de TV aberta.

Documentos oficiais e vídeos do Pentágono

O interesse público por vida extraterrestre cresceu nos últimos anos após a desclassificação de documentos governamentais. Em 2021, o Pentágono liberou vídeos da Marinha que mostram objetos realizando manobras físicas incomuns, como rotações contra o vento em alta velocidade.

Recentemente, os pesquisadores George Knapp e Jeremy Corbell divulgaram imagens de radar capturadas por drones da Força Aérea há 13 anos no Oriente Médio, reforçando o debate sobre a presença desses objetos em zonas de conflito e o esforço oficial para monitorar o que antes era classificado apenas como OVNIs.