Obama afirmou que os Estados Unidos estão usando a tecnologia para coletar dados com o objetivo de garantir a segurança do país e de seus aliados. Ele também citou a mudança na política em relação ao uso de drones – veículos aéreos não tripulados – para evitar a morte de civis.
“O mundo está mais estável hoje do que estava há cinco anos”, argumentou. O presidente cobrou uma ação mais direta da Assembleia Geral da ONU para banir a utilização de armas químicas. “Temos que fazer valer o banimento de armas químicas. Como vamos ficar só olhando enquanto crianças morrem com gás? A evidência é sobrepujante que o regime de Bashar al Assad usou esse material em 21 de agosto. É um insulto ao raciocínio sugerir que alguém fora do regime tenha realizado o ataque”, observou.
Obama defendeu que o Conselho de Segurança (CS) da ONU inclua consequências contra o governo sírio caso o presidente Assad não atenda às exigências de desmantelar seus arsenais. Segundo o presidente americano, a Síria é o principal desafio à frente da ONU no momento, mas ressaltou que o país "deu o primeiro passo" para resolução ao fornecer os detalhes de seu arsenal químico.
Obama ainda criticou Irã e Rússia pelos posicionamento adotados diante deste caso. "Chegou a hora de perceberem que defender Assad pode resultar em algo temeroso". Ele anunciou US$ 340 milhões adicionais em ajuda humanitária à Síria e disse que os países aliados devem fazer o mesmo.