A pequena tigela com desenhos policromáticos sobre o fundo branco é considerada extremamente rara. Foi fabricada na era Chenghua (1465-1487). Um galo vermelho, uma galinha e seus pintinhos aparecem no objeto em um jardim de rosas vermelhas e açucenas amarelas, que tem o esmalte e verniz intactos.
Um galo vermelho, uma galinha e seus pintinhos aparecem no objeto em um jardim de rosas vermelhas e açucenas amarelas, que tem o esmalte e verniz intactos. A taça é "o Graal da arte chinesa", afirmou Nicolas Chow, vice-presidente da Sotheby's Asia, ao informar que foi adquirida pelo bilionário de Xangai Liu Yiqian.
O ex-taxista que se dedicou ao mundo das finanças é um dos multimilionários chineses que percorrem as salas de leilões de todo o mundo e elevam os preços. Agora constroem museus para suas coleções.
Liu Yiqian, de 50 anos, fez fortuna ao especular na jovem Bolsa de Xangai nos anos 90. Atualmente preside um gigantesco conglomerado industrial e sua fortuna foi avaliada em 1,6 bilhão de dólares.
Ele fundou dois museus e seu nome está associado desde setembro à compra, por 6 milhões de dólares, de um rolo de caligrafia que é objeto de uma disputa entre especialistas sobre a autenticidade.