Os rebeldes do Exército Sírio Livre (ESL) reivindicaram o ataque, que segundo eles teve como alvo um grupo de militares reunidos em um prédio do Estado-Maior em Damasco, afirmou o chefe da coordenação de comando do ESL na Síria, comandante Maher al-Nuaimi.
"A operação do ESL contra um prédio do Estado-Maior geral foi planejada por especialistas para que acontecessem duas explosões durante a reunião de oficiais e suboficiais do Exército e da 'shabiha' (milícias favoráveis ao regime), onde são decididas as operações do dia em Damasco", afirmou. Nuaimi disse que no local havia um depósito de combustível, munições e armas para abastecer as unidades da capital.