Ao menos 32 combatentes da organização jihadista Estado Islâmico (EI) morreram neste domingo em seu reduto de Raqa, no norte da Síria. Eles foram alvo de bombardeios da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos. "Aviões militares, provavelmente da coalizão internacional, mataram ao menos 32 jihadistas e feriram mais de 40 em 15 ataques contra posições do EI no norte, no leste e no sudoeste da cidade de Raqa", disse Rami Abdel Rahman, diretor do Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH). Segundo Rahman, o número de vítimas poderá aumentar porque o balanço disponível é de somente um hospital.
Desde setembro de 2014 uma coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos ataca alvos do grupo jihadista. A França, que participa desta coalizão, intensificou seus ataques aéreos após os atentados de 13 de novembro em Paris, reivindicados pelo EI. Na quarta-feira, o Reino Unido realizou seus primeiros ataques na Síria, enquanto a Alemanha aprovou na sexta-feira um plano para se unir à coalizão contra o EI na Síria.
O Estado Islâmico controla extensos territórios no Iraque e na Síria e transformou Raqa em sua capital, uma cidade atacada tanto pela coalizão quanto pelos caças do regime sírio e da Rússia, que lançou uma campanha aérea na Síria em 30 de setembro.
Bombardeios de coalizão matam ao menos 32 combatentes do Estado Islâmico
Aviões de EUA e França intensificaram ataques contra alvos jihadistas