O Ministério das Relações Exteriores informou, porém, que o apoio não significa que o governo brasileiro o reconhece como o único órgão legítimo na Líbia para conduzir o futuro governo de transição no país. A votação sobre a presença do CNT na Assembleia Geral da ONU teve 114 votos a favor, 17 contra e 15 abstenções. A decisão permitirá ao presidente do CNT, Mustafa Abdul Jalil, participar das sessões, a partir do dia 21.
Segundo diplomatas, a medida é um importante passo do CNT na busca por legitimidade internacional – o conselho é reconhecido, unilateralmente, por 60 países como o governo legítimo da Líbia. O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, argumentou que o governo do Brasil "não tem por costume” adotar medidas unilaterais.