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No dia 26 de fevereiro, o órgão da ONU aprovou por unanimidade sanções duras ao governo líbio devido a reações violentas de Kadhafi contra as manifestações de rebeldes no país. Elas incluem um embargo à venda de armas, a proibição a viagens e o congelamento de contas no exterior de Kadhafi e outras 16 pessoas ligadas ao seu governo.
O Brasil também fica proibido de comprar equipamentos militares da Líbia e poderá inspecionar carregamentos do país se houver a suspeita de que contenham armamentos. O Brasil ainda apoia, segundo o decreto, o julgamento da Líbia pelo Tribunal Penal Internacional (TPI).
Apesar de fazer cumprir as sanções da ONU, o governo brasileiro se absteve na votação do Conselho de Segurança, no dia 17 de março, sobre a criação de uma zona de exclusão aérea na Líbia, avalizando uma intervenção militar internacional.
As informações são do portal R7