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O ministro também disse que as empresas brasileiras que atuavam na Líbia antes da guerra civil deverão retornar ao país. “São atividades que beneficiarão a economia líbia: ampliação de aeroporto, saneamento urbano, construção e infraestrutura”, disse.
Para o chanceler brasileiro, a comunidade internacional precisa assumir suas responsabilidades em relação à Líbia, ajudando na reconstrução e na estabilização política do país. Segundo Patriota, as Nações Unidas precisa estabelecer um cronograma, a ser acompanhado pela comunidade internacional, de democratização do país.
“O importante agora é olhar para o futuro. As Nações Unidas precisam assumir plenamente suas responsabilidades tanto no estabelecimento de um cronograma que seja acompanhado pela comunidade internacional, de democratização do país, com eleições, com o estabelecimento de uma Constituição e com a estabilização política do país, quanto em relação à reconstrução”, disse o chanceler.
“Houve muita destruição. Há necessidades e carências de todo o tipo, de modo que estaremos procurando contribuir para que a Líbia possa, de fato, ter um futuro de estabilidade, de progresso, de desenvolvimento e democracia”, completou Patriota.