Desde a prisão, a brasileira está detida sob os cuidados das autoridades japonesas. Karen morava na cidade de Ibaraki, no Norte do país, e trabalhava como funcionária de uma fábrica de pão.
Ela saiu de São Paulo e fez escala em Doha (Catar) antes de desembarcar em Kansai. A brasileira levantou suspeita dos policiais porque o computador portátil dela, na cor rosa, estava mais pesado do que o normal. O aparelho foi submetido a exames na máquina de raio-X, que identificou a presença da droga.
As autoridades do Japão calculam que a quantidade de droga apreendida tenha valor de mercado de cerca de 7,2 milhões de euros. A brasileira disse que transportou a droga a pedido do noivo, que lhe daria em troca 46 mil euros.