Até sexta-feira haviam sido reconhecidos 31 dos 72 corpos - entre eles 14 hondurenhos, 12 salvadorenhos, quatro guatemaltecos, além do brasileiro. As tarefas prosseguem neste sábado, embora, até o momento, não tenham sido divulgados detalhes. O massacre ocorrido em Tamaulipas foi atribuído por um sobrevivente equatoriano a integrantes do cartel Los Zetas.
Dos 400 mil imigrantes que atravessam o México para chegar aos Estados Unidos, "a maioria é vítima de redes internacionais de contrabando, do tráfico de pessoas e de drogas; muitos não conseguem chegar a seu destino", denunciou em Genebra Navi Pillay, titular do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (Acnudh).