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Brasileiros trazem conceitos empresariais da Alemanha

Embalagens bem acabadas e produtos com maior valor agregado são pré-requisitos para o aprimoramento das marcas

Embalagens bem acabadas e produtos com maior valor agregado, sinônimo de inovação, são alguns conceitos que os empresários brasileiros levam para o País como pré-requisitos para o aprimoramento das marcas brasileiras. A Feira Internacional de Anuga, em Colônia, na Alemanha, encerrou nesta quarta-feira superando as expectativas de empresários e também das entidades que apoiaram a participação deles na feira, entre elas a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul e o Sebrae/RS.

O supervisor de Acesso ao Mercado e Imagem da Apex-Brasil, Vinicius Estrela, chamou a atenção para o número de contatos novos e também regulares feitos na feira pelos empreendedores. A média de 40% de novos contatos foi considerada surpreendente e, no seu entendimento, isso ocorreu por pelo menos dois motivos a forte presença do País na feira, apenas a Apex apoiou 100 empresas de pelo menos 12 setores, e a evolução da qualidade dos produtos brasileiros. Segundo ele, isso deixou em segundo plano a questão do preço, pelos importadores, sempre determinante pelo elevado custos da produção nacional. “O europeu tem reclamado menos do preço, porque o Brasil melhorou a qualidade dos produtos”, salientou.

O País conta com uma produção extremamente diversificada e que atende, com qualidade e sofisticação, tanto a um mercado interno em crescimento e cada vez mais exigente, quanto ao mercado externo, por isso o desempenho positivo na edição 2011 de Anuga, no entendimento de Estrela.

Para a gerente de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiergs, Ayrton Ramos, os gaúchos puderam conhecer em Anuga as tendências que ainda não chegaram ao Brasil e com isso agregar valor aos seus produtos. “Foi uma boa oportunidade para identificar produtos com nova forma de abordagem, e também para aproximar as empresas dos mercados onde elas desejam inserir seus produtos. “Nem todas tendências estão no Brasil e aqui ele puderam conferir as novidades para melhor desenvolve-las na sua produção”, destacou.

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