Em comunicado, a organização do G20 informou que o foco das atenções da cúpula será o debate sobre o crescimento econômico e a estabilidade financeira, assim como a criação de emprego de qualidade e o combate ao desemprego.
A presença do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, é avaliada por especialistas como um esforço norte-americano para conquistar apoio à ação armada na Síria. Porém, durante os debates, Obama esbarrará em críticas e resistências da Rússia e China, países aliados da Síria e contrários à intervenção.
Os norte-americanos dizem que têm provas da utilização de gás sarin pelas forças ligadas ao governo do presidente sírio, Bashar Al Assad. Já o governo da Rússia exige provas por parte dos inspetores das Nações Unidas e do Conselho de Segurança sobre o uso do gás na região.
