O ex-diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), que está em liberdade sob palavra, é acusado de sete crimes na justiça penal, entre eles tentativa de estupro, contra a camareira do hotel Sofitel de Nova Iorque, que alega ter sido atacada no dia 14 de maio. Mas há várias semanas pairam dúvidas sobre o caso, após a descoberta de contradições por parte da suposta vítima, que teria antecedentes criminais.
A próxima audiência do processo penal está prevista para o dia 23 de agosto, após ser adiada em duas ocasiões. Na ação civil, Diallo acusa Strauss-Kahn de "dano psicológico e físico, assim como permanente prejuízo profissional e em sua reputação, além de forte abalo emocional, do qual não poderá se recuperar. "Esta ação é para reparar o violento e sádico ataque de Dominique Strauss-Kahn contra Nafissatou Diallo quando a agrediu sexualmente em um quarto do hotel Sofitel de Manhattan em 14 de maio de 2011."
O documento destaca que Diallo "aparentemente não foi a única vítima de Dominique Strauss-Kahn", em referência à denuncia de tentativa de estupro apresentada pela escritora Tristane Banon na França. O ataque à Banon teria ocorrido em 2003.