contra o EI, apenas no Iraque no momento.
"Esta não é uma ameaça no outro extremo do mundo", disse Cameron. "Se não for enfrentada, acabaremos enfrentando um califado às margens do Mediterrâneo, na fronteira com um membro da Otan, Turquia, e com uma determinação declarada e provada de atacar nosso país e nossa população". "Isto não é uma fantasia, está acontecendo diante de nós e temos que enfrentar", completou.
"Se permitirmos ao Estado Islâmico crescer e propagar-se, a ameaça será maior". "O Estado Islâmico tem que ser destruído", afirmou Cameron, que no momento busca permissão apenas para bombardeios no Iraque e sem o envio de tropas de combate terrestres, uma fórmula que permitiria o envio de assessores ou forças especiais pontualmente.
"Não queria trazer ao Parlamento uma moção que não tivesse consenso", explicou. O governo deve obter a autorização do Parlamento, ao contrário do ano passado, quando pretendia atacar o regime sírio de Bashar al-Assad pelo uso de armas químicas contra a população civil, mas os deputados negaram a permissão.
Os Estados Unidos lideram uma coalizão internacional que tenta enfraquecer a organização extremista com bombardeios aéreos. O Iraque solicitou a vários governos estrangeiros a ajuda, ao contrário da Síria, o que provoca as dúvidas britânicas a respeito de ampliar a campanha ao país vizinho.