O FBI também declarou aos pais do jornalista americano sequestrado acreditar que o vídeo de sua execução é autêntico, informou o GlobalPost, para onde a vítima trabalha.
Twitter retira vídeos
O Twitter removeu nesta quarta as fotos e o vídeo da decapitação do jornalista americano postados pelos jihadistas. "Suspendemos e estamos ativamente suspendendo as contas à medida que descobrimos que estão relacionadas com essas imagens tão fortes. Obrigado", escreve o CEO Dick Costolo. O YouTube acabou removendo o vídeo de seu site de acordo com sua política contra conteúdos violentos e desrespeitosos.