A imprensa americana afirmou que o Pentágono havia proposto ao governo de Barack Obama a implantação de uma zona de exclusão aérea limitada para proteger os campos de treinamento dos combatentes da oposição.
A imposição de uma zona deste tipo foi uma das medidas tomadas pelos Estados Unidos e seus aliados nas operações militares contra o regime de Muamar Kadhafi em 2011, na Líbia, mas fontes ligadas ao presidente Obama disseram que repetir esse esquema na Síria seria mais complicado.
"É muito mais difícil, perigoso e desgastante na Síria", declarou o assessor adjunto em segurança de Obama, Ben Rhodes, durante coletiva de imprensa nesta sexta-feira na Casa Branca. Além disso, "as forças do regime e as da oposição, em alguns casos, lutam casa a casa nas cidades, e isso não é um problema que se possa resolver no espaço aéreo", justificou. "Temos que compreender que a zona de exclusão aérea não é milagrosa."