Pelo menos três pessoas morreram 96 ficaram feridas no ataque. Mais cedo, citando integrantes da Defesa Civil, a Agência Nacional de Informação havia informado sobre oito mortos e 78 feridos após a explosão.
Os serviços de inteligência das FSI desempenharam um papel crucial na prisão, em 9 de agosto, do ex-ministro libanês Michel Samaha, partidário do regime sírio, como parte de um caso de explosivos apreendidos que deviam ser armazenados no norte do Líbano. Samir Geagea, um dos líderes da oposição, afirmou à imprensa que o general havia acionado "medidas de segurança excepcionais" para se proteger de eventuais ataques. "Ele tinha levado sua esposa e seus filhos para Paris porque sabia que era visado", acrescentou.
Os serviços de inteligência desempenharam um papel crucial na busca dos responsáveis pelos atentados e assassinatos que tiveram como alvos personalidades políticas entre 2005 e 2008 e pelos quais Damasco foi acusado. Principalmente, pela morte do ex-primeiro-ministro Rafic Hariri, pai de Saad, em 2005.