"Tentamos fornecer soluções, sem sucesso. Hoje constatamos que não estamos em condições de realizar as tarefas que nos foram confiadas, e por isso renunciamos aos nossos respectivos cargos", escrevem François Bougon, Vincent Fagot, Julien Laroche Joubert, Damien Leloup, Cécile Prieur, Françoise Tovo e Nabil Wakim.
O Le Monde atravessa uma crise há vários meses devido a um plano da direção do principal jornal francês para desenvolver a área digital, segundo os sindicatos às custas da cobertura de setores como meio ambiente ou os conflitos sociais.