No total, 155 pessoas foram resgatadas com vida das quase 500, principalmente da Eritreia e Somália, que eram transportadas na embarcação. O Ministério Público de Agrigento, na Sicília, que investiga o naufrágio, emitiu uma ordem de prisão contra o tunisiano Kaled Bensalam, detido durante a chegada dos primeiros sobreviventes, acusado de homicídios múltiplos, naufrágio e apoio à imigração ilegal.
Ao mesmo tempo, o fluxo de imigrantes no Mediterrâneo não dá trégua. Um navio de carga com bandeira panamenha, o "Begonia G.", salvou 263 pessoas, que alegam ser sírios e palestinos, a mais de 100 quilômetros das costas sicilianas. Outro navio, de bandeira dinamarquesa, salvou 141 imigrantes, que dizem ser sírios, incluindo 39 mulheres e 28 crianças. Todos os resgatados foram levados para a Sicília.