O agressor "foi preso imediatamente. A investigação está em andamento para determinar os motivos de sua ação", disse o funcionário, acrescentando que o incidente não deixou vítimas. O homem é da província de Guangzhu, no sul da China, e entrou na Coreia do Sul em dezembro, através do Japão, com um visto de turista, disse a polícia.
Segundo a agência de notícias sul-coreana, o suspeito disse à polícia que sua avó foi uma "mulher de conforto", eufemismo para se referir às mulheres que serviram como escravas sexuais dos soldados japoneses de 1939 a 1945. Os historiadores contabilizam em 200 mil o número destas mulheres que foram obrigadas a trabalhar em bordéis militares de campanha japoneses, em particular na China, Coreia e Filipinas.
Esta tragédia, ocultada durante muito tempo, foi revelada nos anos 90, quando algumas destas mulheres tiveram a coragem de falar. O Japão pediu desculpas pelos crimes de seu exército contra as mulheres, mas nega qualquer responsabilidade oficial na organização destes bordéis.