No começo desta semana, Martelly indicou Garry Conill para ser o primeiro-ministro do Haiti. Conill foi assessor de Clinton quando ele era o encarregado da Organização das Nações Unidas para o Haiti. Conill foi o terceiro nome indicado para ocupar o posto. Os antecessores tiveram as indicações rejeitadas pelo Parlamento haitiano.
Algumas organizações não governamentais observam a presença de Clinton no Haiti com cautela. Para as entidades, o ex-presidente norte-americano, vez por outra, faz sugestões que são interpretadas como ingerência nos temas internos do país.
Os desafios do Haiti se concentram na reconstrução física, econômica, política, institucional e social do país. Em decorrência dos efeitos do terremoto, cerca de 220 mil pessoas morreram e milhares de famílias ainda moram em habitações provisórias. Paralelamente, o governo Martelly se esforça para organizar as instituições do país com o apoio da comunidade internacional.