As sanções adotadas contra o banco Rossiya e contra seu presidente e principal acionista, Yuri Kovalchuk, proíbem as empresas americanas de fazer negócios com a empresa russa, considerada o banco pessoal de altos funcionários do Kremlin. A Coca Cola negou motivação política e afirmou que a decisão foi provocada apenas por motivos econômicos.
"Decidimos nos concentrar nas emissoras federais chave e nas mais assistidas pelo público que procuramos", afirmou Anna Kozlovskaia, porta-voz na Rússia da empresa americana. O jornal Vedomosti destaca que a Coca Cola é um dos maiores anunciantes na Rússia e conta com um orçamento anual de mais de 2,5 bilhões de rublos (51,7 milhões de euros).