Milhares de cubanos começaram a prestar sua homenagem nesta segunda-feira a Fidel Castro, líder a revolução falecido aos 90 anos, no primeiro da série de atos que se estenderão até o próximo dia 4, quando seu corpo será enterrado em Santiago de Cuba.
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A morte do comandante na sexta-feira provocou o silêncio em uma ilha agitada. Talvez Havana nunca tenha vivido um fim de semana tão atípico. Por ordem do governo, que declarou nove dias de luto nacional, os locais públicos não tocaram música e não serviram licor. As cinzas do homem que governou o país sem concessões durante 48 anos, antes de uma doença o obrigar a ceder o poder em 2006 ao irmão Raúl, serão expostas na Praça da Revolução até terça-feira.
Na quarta-feira começará uma procissão que percorrerá 13 das 15 províncias do país, com a conclusão em Santiago de Cuba, onde as cinzas serão depositadas no cemitério Santa Ifigenia após uma viagem de quase 1 mil km. Alguns líderes estrangeiros devem viajar a Cuba durante a semana - o presidente do Equador, Rafael Correa, já confirmou presença na terça-feira.
Começa a homenagem a Fidel Castro na Praça da Revolução
Atos se estenderão até o próximo domingo