O porta-voz do secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, disse que a prioridade da missão é esclarecer o que houve no último dia 21. Imagens, divulgadas por organizações não governamentais, mostram vários corpos sem sinais aparentes de armas. Havia crianças e adolescentes entre os mortos.
No sábado, a organização Médicos Sem Fronteiras confirmou a morte de 355 pessoas com sintomas neurotóxicos em três hospitais sírios. Grupos da oposição dizem que o ataque nos arredores da capital síria foi provocado pelas forças de segurança do presidente Bashar Al Assad.
O governo nega.
As investigações ocorrem no momento em que há uma discussão, na comunidade internacional, sobre uma eventual intervenção militar na Síria. A Rússia, principal aliada da Síria, condenou a possibilidade, classificando-a de erro trágico. O governo do Brasil recomenda cautela e lembra que as decisões devem ser tomadas no âmbito multilateral, no caso do Conselho de Segurança das Nações Unidas.