Após a aterrissagem de seu voo no aeroporto francês Charles de Gaulle, a passageira, uma cidadã australiana, se dirigiu à polícia de fronteira do aeroporto de Paris. Aos investigadores, ela afirmou ter sofrido violência sexual por um comissário de bordo.
No início do voo, a australiana manifestou à tripulação sua apreensão após os dois incidentes aéreo da companhia aérea malaia nos últimos meses, informou uma destas fontes. O comissário de bordo se sentou ao lado dela e começou a conversar. Sob o pretexto de "confortá-la". Nesse momento, ele teria agredida sexualmente a passageira.
O comissário de bordo confessou o crime. Ele foi indiciado no dia seguinte e colocado em prisão preventiva, indicou uma das fontes. Duas catástrofes aéreas abalaram a companhia malaia este ano: o desaparecimento de um Boeing transportando 239 pessoas entre Kuala Lumpur e Pequim em 8 de março, e a queda do voo MH17, abatido por um míssil no dia 17 de julho no leste Ucrânia, matando 298 pessoas.