"Considero todo ataque contra a catedral uma agressão contra mim", declarou Mursi em um comunicado, anunciando que havia ordenado "uma investigação imediata".
Segundo testemunhas, amigos das pessoas mortas foram apedrejados quando deixavam a catedral. Policiais chegaram ao local e lançaram bombas de gás lacrimogêneo em direção à igreja. Esta catedral, localizada no bairro de Abasiya, é um símbolo da comunidade copta egípcia, que há muito tempo denuncia atos de discriminação e sua marginalização.
Enquanto isso, na cidade de Khusus, ao norte do Cairo, cristãos egípcios coptas e muçulmanos se enfrentaram neste domingo, indicou um oficial da polícia. "São registrados choques entre cristãos e muçulmanos, e alguns jovens também estão enfrentando os policiais", disse por telefone à AFP o oficial, em Khusus.
Cinco pessoas, quatro delas coptas, morreram em enfrentamentos entre muçulmanos e cristãos na noite de sexta na cidade de Qalyoubia, ao norte do Cairo. Os coptas cristãos representam entre 6 e 10% dos 83 milhões de egípcios. Os connfrontos entre as duas comunidades são frequentes.
src="http://s7.addthis.com/js/250/addthis_widget.js#username=xa-4c76b6086e4c1cff">