O exército, por sua parte, indicou que "terroristas armados" atacaram a sede da Guarda Republicana, provocado a morte de um oficial e deixando seis recrutas em estado crítico, segundo comunicado militar citado pelo jornal governamental Al-Ahram.
O exército egípcio também advertiu que não permitirá que ninguém "ameace a segurança nacional" e pediu ao partidários do presidente deposto Mohamed Mursi o fim das manifestações. "Não permitiremos nenhuma ameaça à segurança nacional egípcia, independente das circunstâncias", declarou o porta-voz do exército, Ahmed Ali, que prometeu aos manifestantes que continuam acampados em várias praças do Cairo que não serão perseguidos penalmente.