Buenos Aires e Teerã assinaram no dia 27 de janeiro um memorando para criar uma Comissão da Verdade, integrada por 5 membros, nem argentinos, nem iranianos, a fim de esclarecer o ataque e ouvir 8 acusados, entre eles o atual ministro da Defesa, Ahmad Vahidi, e o ex-presidente Ali Rafsanjani (1989-1997).
Centenas de membros da comunidade judaica-argentina, de 300 mil membros, a maior da América Latina, se concentraram diante do Congresso e levantaram cartazes de protestos com a palavra "Não" escrita.
Os Estados Unidos se declararam céticos de que uma solução justa seja alcançada e Israel protestou por considerar improcedente uma negociação com o Irã, país que não considera confiável. O Senado havia autorizado o projeto na semana passada e ainda é preciso que o parlamento iraniano o aprove.