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Gates disse ao Comitê de Relações Exteriores do Senado que “a operação precisaria de mais caças” do que aqueles já estacionados na região. O titular da Defesa disse ainda que basta o presidente Barack Obama ordenar para que as Forças Armadas dos EUA executem a operação.
Gates alertou, no entanto, que se trata de “uma grande operação, em um grande país”, e que com frentes de guerra abertas no Afeganistão e no Iraque, os militares americanos não têm interessem em se envolver em uma terceira guerra, sobretudo em mais um “país muçulmano”.
Liga Árabe
A Liga Árabe disse hoje que pode considerar o apoio ao projeto, mas descartou defender qualquer intervenção militar direta estrangeira no país. "Os países árabes não podem permanecer de braços cruzados enquanto o sangue do povo irmão líbio está sendo derramado", afirmou a liga em resolução tomada após reunião com ministros de Relações Exteriores no Cairo.
"Os ministros decidiram buscar negociações sobre a melhor forma de proteger os cidadãos da Líbia e garantir sua segurança, incluindo a imposição de uma zona de exclusão aérea e a coordenação entre a Liga Árabe e a União Africana sobre este assunto", diz o documento.
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Com informações do Portal R7 e AFP