A resolução pede ainda "a todos os países e protagonistas na região", incluindo a Rússia, colaboração plena "com uma investigação internacional completa, minuciosa e independente". A instituição exige ainda "o fim imediato de toda atividade militar, incluindo de grupos armados (separatistas), nos arredores" do local da catástrofe para facilitar esta investigação.
A votação ocorreu na presença do ministro holandês das Relações Exteriores, Frans Timmermans, e de seus colegas australiano e luxemburguês, Julie Bishop e Jean Asselborn. A Holanda perdeu 193 cidadãos e a Austrália 27 nesta tragédia que causou 298 mortes no total.
A resolução "exige que os grupos armados que controlam a área forneçam acesso total, sem restrições e com segurança" a este local aos investigadores. O Conselho exige ainda que os separatistas "evitem qualquer ação que possa comprometer a integridade do local da queda", principalmente manipulando destroços do avião. Contudo, o texto não indica nenhuma sanção ou ameaça de sanção aos envolvidos no caso.