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A decisão, que ocorre poucas horas após o presidente americano, Barack Obama, pedir para que Kadafi deixe o poder, abre caminho para que líder da Líbia seja julgado pela morte de civis desarmados que protestavam contra seu governo. A ONU estima que mais de mil pessoas tenham morrido na revolta, que dura dez dias.
O embaixador adjunto da Líbia na ONU, Ibrahim Dabbashi, apoiou a medida: "O regime líbio não tem mais nenhuma credibilidade e essa resolução representa um apoio moral para os manifestantes. Essa resolução será um sinal para colocarmos um fim a esse regime fascista que ainda existe em Trípoli". Ele ainda apelou a todos os membros do governo e oficiais do Exército líbio a não obedecerem às ordens de Kadafi.
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