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As potências europeias, apoiadas pelos Estados Unidos, fizeram uma campanha para um pronunciamento do Conselho de Segurança sobre a repressão aos protestos iniciados em meados de março. China e Rússia ameaçaram vetar qualquer resolução formal e o comunicado foi a primeira ação do conselho, apesar de a violência ter se agravado na Síria.
O comunicado não faz referências à investigação sobre direitos humanos que Inglaterra, França, Alemanha e Portugal pediram em suas versões anteriores do texto.
"O Conselho de Segurança pede que as autoridades sírias respeitem totalmente os direitos humanos e cumpram com suas obrigações dentro das leis internacionais. Os envolvidos nos atos de violência devem ser responsabilizados", afirma o texto. O conselho também pede que as autoridades sírias "cooperem totalmente" com o Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos.