Kim afirmou que as forças da Coreia do Norte "reagirão impiedosamente", em discurso para a agência oficial de notícias do país. O secretário americano da Defesa, Chuck Hagel, disse na quinta-feira que os Estados Unidos estão "preparados para enfrentar qualquer" ameaça da Coreia do Norte, admitindo que o risco ligado a Pyongyang aumenta. "É hora de acertar as contas com os imperialistas americanos", enfatizou o ditador.
"Estaremos preparados, precisamos estar preparados", declarou Hagel à imprensa após as missões de treinamento dos B-2. "Nós defenderemos explicitamente - e estamos engajados nisto - nossa aliança com a Coreia do Sul e com os outros aliados na região", afirmou Hagel. "Devemos dizer claramente que tomamos estas provocações (da Coreia) do Norte muito a sério e reagiremos a isto", destacou. A Casa Branca têm 28,5 mil militares na Coreia do Sul para enfrentar um eventual ataque da Coreia do Norte.
O secretário de Defesa rejeitou qualquer provocação ligada ao envio de bombardeiros B-2 para manobras conjuntas sobre o território sul-coreano. A Coreia do Norte anunciou na quarta-feira o corte do "telefone vermelho" de contatos militares de emergência com a Coreia do Sul, último meio de comunicação direta entre os dois países.