"A disponibilidade de combustível é um fator-chave para que a Coreia do Norte possa operar essas instalações", explicou o site dedicado a estudar o regime norte-coreano. O instituto já tinha anunciado em setembro que o regime do líder Kim Jong-un tinha retomado a atividade do reator nuclear de Yongbyon.
O reator tem capacidade para produzir anualmente 6 quilos de plutônio, material que pode ser usado por Pyongyang para ampliar o arsenal nuclear. As instalações de Yongbyon foram fechadas em 2007, depois de um acordo no âmbito do diálogo para a desnuclearização da Coreia do Norte.
Em 2008, Pyongyang abandonaria as conversações que juntam à mesma mesa a China, os Estados Unidos, a Rússia, o Japão, a Coreia do Sul e a Coreia do Norte, tendo começado a desenvolver o programa nuclear.
Este ano, depois de mais sanções impostas pela Organização das Nações Unidas à Coreia do Norte devido ao ensaio nuclear de fevereiro, o regime de Kim Jong-un endureceu ainda mais a postura e anunciou que a sua política de defesa teria como estratégia principal o desenvolvimento de armas atômicas.