Uma corte federal distrital determinou a libertação do réu em dezembro de 2009, mas suspendeu a decisão, o que o manteve na prisão à espera de uma apelação. Hatim permanece na prisão de Guantánamo, Cuba, onde os Estados Unidos têm uma base militar, desde 2002.
Um juiz federal destacou que as autoridades americanas fracassaram em provar que Hatim "era parte" da Al-Qaeda ou dos talibãs. Mas decisões sucessivas modificaram o precedente, permitindo a detenção de pessoas que dão apoio à Al-Qaeda ou aos talibãs, segundo a corte de apelações. O caso retorna agora para a corte federal de distrito para novas audiências.