As crianças estavam destinadas a sofrer uma "lavagem cerebral" e a serem "preparadas para se tornarem suicidas contra as tropas afegãs e internacionais no Afeganistão", explicou Sadiqi em uma coletiva de imprensa. Os familiares das crianças, para os quais foram devolvidas, foram "enganados pelos terroristas", que prometeram enviá-las ao Paquistão para que estudassem em madrassas, escolas religiosas, acrescentou.
Os atentados suicidas, frequentemente realizados por homens muito jovens, inclusive por adolescentes, são uma arma muito utilizada pelos talibãs afegãos, assim como pelos talibãs paquistaneses em seu próprio país.