Segundo o Escambray, "os restos mortais das vítimas eram levados para o Instituto Médico Legal de Havana, onde há condições para sua identificação". González, que chefia a investigação, disse ao jornal Granma que Cuba está "em plena capacidade" de assumir, com seus próprios meios e pessoal, as indagações que coemaram na sexta-feira no IML, embora tenha saudado o apoio dos familiares estrangeiros no processo de investigação.
O avião da companhia aérea cubana Aerocaribbean, que fazia a rota entre a cidde de Santiago de Cuba (leste) e Havana, caiu na quinta-feira com 61 passageiros e 7 tripulantes a bordo. As identidades das vítimas já foram divulgadas pelas autoridades.
Segundo as autoridades cubanas, os estrangeiros mortos no acidente são nove argentinos, sete mexicanos, um venezuelano, três holandeses, dois alemães, dois austríacos – embora a Áustria tenha informado que se trata de dois australianos –, um francês, um espanhol, um italiano – também com nacionalidade argentina – e um japonês. A equipe de investigações encontrou, na sexta-feira, a caixa preta e de voz do avião, um ATR 72-212 construído pela sociedade franco-italiana Avions de Transports Régional.