A imprensa cubana, sob controle estatal, informou num breve comunicado a morte de Kim Jong-Il, destacando que o filho, Kim Jong-Un, foi designado para sucedê-lo.
O opositor cubano Elizardo Sánchez, que dirige a ilegal Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional, expressou aos jornalistas sua esperança de que "não aconteça na ilha um esquema de dinastia" como na Coreia do Norte. "Eles (os irmãos Fidel e Raúl Castro) estão agora mesmo sob o efeito da tentação norte-coreana, ou seja, a tentação Kim, da família Kim, que não é viável em Cuba", explicou, acrescentando não estar de luto pela morte de Kim Jong-Il, a quem classificou de "homem ruim, que cometeu crimes horrendos contra seu povo".
Em 2006, os Estados Unidos denunciaram que, em Cuba, se estava tentando impor uma "sucessão dinástica" depois que o então presidente Fidel Castro, muito doente, passou o poder para o irmão, Raúl.