O simulador de voo foi recuperado na casa do piloto durante o último fim de semana, como parte da investigação policial. Todos os tripulantes e funcionários da companhia que estavam envolvido com o voo 370 estão sendo investigados. Até que haja provas concretas, segundo o ministro, toda a tripulação e passageiros são considerados inocentes.
O registro dos dados de Zaharie no simulador foram cancelados no último dia 3 de fevereiro. O chefe de polícia da Malásia, Khalid Abu Bakar, não comentou se a exclusão desses arquivos pode ser considerada suspeita.
Por fim, o ministro malasiano negou as últimas informações sobre a possibilidade de o avião ter sido avistado nas Maldivas. As pistas foram investigadas, mas descartadas pelos investigadores.
Desaparecimento:
O voo MH370 da Malaysia Airlines desapareceu na madrugada de 8 de março após decolar da capital malaia Kuala Lumpur em direção a Pequim, na China. O Boeing sumiu dos radares uma hora depois da decolagem, entre o leste da Malásia e o sul do Vietnã, sem enviar mensagens de socorro.
Havia 239 pessoas a bordo do Boeing: 227 passageiros, incluindo duas crianças, e 12 tripulantes de 13 nacionalidades. Pelo menos dois passageiros utilizaram passaportes europeus roubados.
A Força Aérea da Malásia informou que a aeronave mudou de rota antes de desaparecer. O sistema de comunicação teria sido desligado e o avião teria diminuído a altitude para fugir dos radares. Entre as possíveis causas do desaparecimento estão as hipóteses de sequestro, terrorismo ou problemas psicológicos ou pessoais de alguém a bordo.
Pelo menos 26 países participam das operações de busca do avião: Austrália, Bangladesh, Birmânia, Brunei, China, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Filipinas, França, Índia, Indonésia, Japão, Cazaquistão, Quirguizistão, Laos, Malásia, Nova Zelândia, Paquistão, Reino Unidos, Rússia, Cingapura, Tailândia, Turquemenistão, Uzbequistão e Vietnã.