O posto foi aberto em circunstâncias extraordinárias esta semana, depois que o ex-diretor Dominique Strauss-Kahn, acusado de agressão sexual, renunciou na noite de quarta-feira ao cargo. Em comunicado, ele manteve a declaração de inocência. "É com imensa tristeza que me sinto obrigado a apresentar ao Conselho Administrativo minha renúncia ao posto de diretor-gerente do FMI", disse Strauss-Kahn.
O ex-diretor do FMI deixou a prisão de Rikers Island, em Nova Iorque (Estados Unidos), nesta sexta-feira, após ser libertado sob fiança, e já chegou ao prédio onde cumprirá prisão domiciliar. Strauss-Kahn foi detido no sábado, acusado de tentativa de estupro e agressão sexual contra uma camareira do hotel.
A Justiça do Estado de Nova Iorque publicou hoje um documento com as condições da liberdade vigiada e prisão domiciliar do ex-diretor do FMI. Entre elas, o pagamento de fiança de 1 milhão de dólares, o depósito de uma garantia de 5 milhões de dólares, e a entrega de todos os documentos de viagem, passaporte e salvo-conduto da ONU.