Orban também notou que a retomada segura da produção de alumina na fábrica é de interesse público e deve salvar os empregos de milhares de pessoas.
As autoridades húngaras se apressam para concluir até terça-feira um dique de emergência a fim de evitar um segundo vazamento de lama tóxica, enquanto continuam investigando as causas do acidente anterior, ocorrido na semana passada.
Cerca de 1 bilhão de litros de uma lama vermelha, subproduto da fabricação da alumina, vazaram de um reservatório na segunda-feira passada, atingindo vilarejos e rios, inclusive um afluente do Danúbio, e deixando um total de sete mortos e 123 feridos.