"Primeiramente, é mais ou menos evidente que Christine Lagarde será escolhida", afirmou ao falar da ministra francesa da Economia, considerada favorita à sucessão de seu compatriota, Dominique Strauss-Kahn. "Em segundo lugar, os países em desenvolvimento não estão preparados para se unir em torno de um candidato único. Por isso, penso ser melhor me retirar e não colocar alguns destes países em uma posição embaraçosa", explicou.
Martchenko foi indicado candidato pela Comunidade de Estados Independentes (antiga União Soviética, com exceção dos países bálticos e da Geórgia) no mesmo dia do anúncio da demissão de Strauss-Kahn, que cumpre prisão domiciliar, em Nova Iorque, acusado de tentativa de estupro e agressão sexual.