No último fim de semana, as autoridades mexicanas foram informadas sobre a chacina de 72 imigrantes, que seguiam para os Estados Unidos guiados por um grupo. Segundo um sobrevivente, o equatoriano Luis Freddy Pomavilla, os traficantes mataram as pessoas porque elas se recusaram a trabalhar para eles.
De acordo com as autoridades do México, entre os mortos havia 58 homens e 14 mulheres, incluindo algumas crianças e uma grávida, que foram colocados enfileirados contra a parede de um galpão em uma fazenda da região.
Diplomatas do Brasil, de Honduras, do Equador e de El Salvador seguiram para o estado de Tamaulipas, onde ocorreu o crime. O objetivo é identificar os corpos das 72 vítimas. No entanto, há informações de que a identificação deve demorar até 15 dias, porque a maioria das pessoas não estava com documentos.