Já a jornalista francesa Caroline Sinz disse à AFP ter sido "agredida por uma multidão de homens" que lhe arrancaram a roupa na praça Tahrir, onde ela estava junto de um câmera. "Algumas pessoas tentaram me ajudar, mas não conseguiram. Eu estava sendo linchada. Durou cerca de três quartos de hora", disse, até que algumas pessoas presentes conseguiram ajudá-la e ela voltou a seu hotel no Cairo.
O exército egípcio pediu desculpas nesta quinta-feira pelas mortes nos enfrentamentos entre forças de segurança e os manifestantes que ocuparam a praça Tahrir, no Cairo, por sete dias. Os manifestantes protestavam contra os militares no poder.