A Presidência egípcia, por sua vez, afirmou em um comunicado que essas incursões aéreas eram "uma violação dos princípios e do direito internacionais e podem aumentar a complexidade da situação e ameaçar a segurança e a estabilidade da região". "Embora o Egito se oponha vigorosamente ao derramamento de sangue na Síria e ao uso de armas pelo Exército sírio contra suas crianças (...), recusa a agressão contra a Síria, o ataque a sua soberania e a exploração de sua crise interna, seja qual for o pretexto", acrescentou a nota.
Israel lançou neste domingo um ataque perto de Damasco, o segundo efetuado em menos de três dias na Síria pelo Estado hebreu, que alega tentar impedir uma transferência de armas para o Hezbollah libanês, afirmou uma autoridade israelense que pediu para não ser identificada.
Durante um outro ataque, na sexta-feira de manhã, a aviação israelense também atingiu mísseis armazenados nas imediações do aeroporto de Damasco que tinham como destino o Hezbollah, aliado do regime de Bashar al-Assad e do Irã, de acordo com fontes concordantes.