“Dissemos a ele (Insulza) que no próximo mês de abril teremos eleições gerais e ele nos disse que vão nos ajudar com todo o possível”, disse. Morales garantiu que o tribunal vai se esforçar para organizar as eleições de maneira que o povo escolha seu candidato.
O secretário-geral da OEA disse nessa segunda-feira que a situação no Paraguai não é grave, mas delicada devido à decisão do Parlamento de aprovar o impeachment do ex-presidente Fernando Lugo. Segundo ele, algumas das consequências geradas com a saída do presidente Lugo “estão mais claras agora”. Contudo, ele não pontuou quais seriam essas consequências.
Insulza se reuniu ontem com o novo presidente paraguaio, Federico Franco, e também com o ex-presidente Lugo, entre outras autoridades paraguaias. A visita do secretário-geral foi motivada pelo processo de impeachment do ex-presidente Lugo, considerado por países sul-americanos como muito rápido, por ter levado dois dias.
Além disso, os países consideraram que houve pouco tempo para o ex-presidente fazer sua defesa. Na segunda semana de julho, Insulza deverá apresentar um parecer sobre a visita e a situação política do Paraguai ao Conselho Permanente da OEA. Com informações da agência pública multiestatal de notícias.