O ex-diretor do FMI cumpre prisão domiciliar desde a sexta-feira passada, quando saiu da penitenciária de Rikers Island em troca de condições estritas, entre elas o pagamento de uma fiança de US$ 1 milhão em dinheiro e outros US$ 5 milhões em garantias.
Strauss-Kahn é acusado de agressão sexual, tentativa de estupro e cárcere privado contra uma camareira de um hotel. Se for condenado, pode pegar até 74 anos de prisão.