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Em resposta a massacre, países ocidentais expulsam diplomatas sírios

Alemanha, Canadá, Espanha, França, Itália e Reino Unido anunciaram expulsões

Mais de 100 pessoas foram mortas em massacre
Mais de 100 pessoas foram mortas em massacre Foto : Ho / AFP / CP
Após o presidente da França, François Hollande, anunciar a expulsão da embaixadora da Síria em resposta ao massacre de Houla, outros países ocidentais seguiram o mesmo caminho e expulsaram diplomatas sírios nesta terça-feira.

O Reino Unido anunciou a expulsão do encarregado de negócios sírio em Londres, o mais alto representante diplomático do regime de Bashar al-Assad no país. A imprensa britânica disse que outros dois diplomatas sírios serão expulsos, mas a embaixada não será fechada. A Síria já havia retirado seu embaixador em Londres.

A Espanha expulsou o embaixador sírio em Madri, Hussam Edin Aala, assim como outros quatro diplomatas da delegação, em protesto pela "inaceitável repressão exercida pelo regime sírio sobre sua população", anunciou o ministério das Relações Exteriores.

O embaixador da Síria na Alemanha foi convocado nesta terça-feira ao ministério alemão das Relações Exteriores, onde será anunciada sua expulsão do território alemão, segundo a imprensa local. O embaixador deverá abandonar a Alemanha nas próximas 72 horas.

A Itália anunciou a expulsão do embaixador Khaddour Hassan. Convocado pelas autoridades italianas, foi declarado "persona non grata", indicou em um comunicado o ministério italiano das Relações Exteriores, que tomou assim a mesma decisão que França, Alemanha e Reino Unido anunciaram horas antes.

O Canadá anunciou a expulsão de todos os diplomatas sírios em protesto pela morte de ao menos 108 pessoas na cidade de Houla no fim de semana, disse nesta terça-feira o chanceler John Baird. "Eles e suas famílias têm cinco dias para abandonar o Canadá", afirmou o ministro em um comunicado.


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