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Embaixada tenta libertação de jornalista brasileiro preso na Líbia

Repórter do jornal O Estado de S. Paulo estava desaparecido até ontem

A diretora executiva do jornal O Estado de S. Paulo, Luciana Constantino, disse que a Embaixada do Brasil concentra esforços para intermediar a libertação jornalista Andrei Netto, de 34 anos, que está preso da Líbia. O jornal informou na quarta-feira que perdeu o contato com o repórter que fazia a cobertura na área de de Zawiya – uma das regiões onde os conflitos são mais intensos.

O Ministério das Relações Exteriores e a Embaixada do Brasil passaram a atuar na localização de Netto. Até o começo da manhã de hoje o Itamaraty não tinha informações sobre o caso. O embaixador do Brasil na Líbia, George Ney de Souza Fernandes, informou ao comando do jornal, nesta quinta-feira, que Netto está preso em uma penitenciária a 20 quilômetros, da capital líbia, Trípoli.

Outro caso envolvendo jornalistas ocorreu com funcionários da rede britânica de notícias BBC. Segundo a empresa, três jornalistas foram presos e torturados por forças leais ao presidente da Líbia, Muammar Khadafi, quando tentavam entrar em Zawiya. Segundo a BBC, os três profissionais foram encapuzados, algemados e agredidos por integrantes do Exército líbio e da polícia secreta. Os profissionais também foram ameaçados de morte e submetidos a torturas que os faziam crer que seriam executados.




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